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FATO ou FAKE – A verdade por trás da proposta da ANEEL

No dia 22 de janeiro de 2019 a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, por unanimidade, deliberou pela abertura de Audiência Pública (AP) com o objetivo de colher subsídios e informações adicionais para a Análise de Impacto Regulatório - AIR para o aprimoramento das regras aplicáveis à micro e minigeração distribuída (Resolução Normativa nº 482/2012).

Resumo do Debate sobre Geração de Energia Solar Distribuída (GD)

Resumo do Debate sobre Geração de Energia Solar Distribuída (GD) Brasileiros instalam painéis solares para residências ou empresas sobre os telhados ou de forma remota, em áreas ou telhados improdutivos. Esses produtores trocam energia com a rede elétrica. Injetam o excedente de eletricidade produzido durante o dia na rede e consomem a energia injetada durante a noite. Produtores em média ou alta tensão pagam pelo uso da rede para que seja realizada a injeção de potência (custo de demanda) e os produtores de baixa tensão pagam uma taxa de utilização da rede (taxa de disponibilidade).

Contribuinte pagará R$20 bilhões em subsídios

Sem direito a se recusar a bancar o privilégio, os brasileiros vão pagar R$20,1 bilhões somente em 2020 para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), espécie de fundo para subsidiar o setor elétrico. O detalhamento feito pelo economista Daniel Lima desmonta a trama da Aneel contra energia solar: o valor do subsídio para termelétricas movidas a diesel é o triplo do previsto para energia solar em 2022.

Imposto sobre Operações Energéticas Substitui Sol Brasileiro pelo Gás Boliviano. Quem Ganha e Quem Perde com o Fim da Indústria Solar Brasileira?

Desde 2012, o brasileiro pode produzir sua própria energia instalando sistemas solares nos seus telhados. Para muitos analistas econômicos, a expansão da indústria brasileira de energia solar era certa e inevitável. Passados sete anos, apenas 0,2% dos consumidores de energia elétrica produzem energia solar no país.