A energia solar e energia eólica continua a trazer benefícios socioeconômicos ao criar vários empregos no Brasil, ficando atrás apenas da China

Segundo os últimos dados divulgados hoje pela Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), a sétima edição da Renewable Energy and Jobs – Annual Review mostra que os empregos no setor de energia solar e eólica alcançaram 11,5 milhões globalmente no ano passado, liderados pela energia solar fotovoltaica com cerca de 3,8 milhões de empregos na China e 1.2 milhões no Brasil.  

Crescimento de vagas de empregos no setor de energia renovável no Brasil  

A revisão anual de empregos da IRENA confirma a tendência de crescimento de longo prazo no Brasil e China; forte ação política essencial para garantir a expansão contínua do emprego na era COVID-19.  

“A adoção de energias renováveis em vários países como o Brasil e a China geram empregos e podem aumentar a renda local nos mercados de energia desenvolvidos e em desenvolvimento”, disse o diretor-geral da IRENA, Francesco La Camera.  

“Embora hoje vejamos um punhado de países na liderança, cada país pode aproveitar seu potencial renovável, tomar medidas para alavancar as capacidades locais para o desenvolvimento industrial e treinar seus trabalhadores, como é o caso do Brasil”.

Energia solar e eólica em Ascenção

Os empregos em biocombustíveis seguiram de perto a energia solar fotovoltaica, e a energia eólica chegando a 2,5 milhões. Muitos desses empregos estão na cadeia de abastecimento agrícola, especialmente em países como Brasil, Colômbia, Malásia, Filipinas e Tailândia, com operações intensivas em mão de obra.

Outros grandes empregadores no setor de energias renováveis são as indústrias de energia hidrelétrica e eólica, com cerca de 2 milhões na China e 1,2 milhão de empregos no Brasil, respectivamente.

Os empregos renováveis têm mostrado mais inclusão e um melhor equilíbrio de gênero do que os combustíveis fósseis. O relatório destaca que as mulheres detêm 32 por cento do total de empregos renováveis, em oposição a 21 por cento nos setores de combustíveis fósseis.

Fonte: Click Petroleo

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