Movimento Solar Livre

São Paulo, 25 de Julho de 2025 – A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 22, os reajustes tarifários anuais de cinco distribuidoras de energia do Rio Grande do Sul, que juntas atendem 127,3 mil unidades consumidoras no Estado. Todas terão alta média, de 1,58% a 20,94%.

Os consumidores atendidos pelo Departamento Municipal de Energia de Ijuí (Demei) vão perceber alta de 8,54%. Para aqueles atendidos pelas Centrais Elétricas de Carazinho (Eletrocar) o reajuste será de 20,94%.

A Hidropan Distribuição de Energia (Hidropan), por sua vez, terá tarifa média elevada em 13,49%. As tarifas da Muxfeldt, Marin & Cia (Mux Energia) e Nova Palma Energia aumentarão, respectivamente, em 9,29% e 1,58%.

Fonte: Correio do Povo

São Paulo, 25 de Julho de 2025- O deputado estadual, Tanilson Soares apresentou, nesta terça-feira (22), um requerimento voltado à ampliação de políticas públicas de geração e uso de energias renováveis no estado. O documento busca posicionar a Paraíba como protagonista na transição para uma matriz energética mais sustentável e limpa.

No requerimento, Tanilson Soares destaca o enorme potencial da região para o desenvolvimento de energias solar e eólica. Segundo ele, a elevada irradiância solar e as áreas favoráveis para parques eólicos são uma oportunidade para o estado avançar na adoção de fontes de energia mais limpas e sustentáveis.

“Queremos transformar a Paraíba em um polo de energias renováveis, gerando emprego, promovendo inovação e reduzindo os custos de energia para a população”, afirmou o deputado.

De acordo com o documento, Tanilson propõe a instalação de painéis solares em escolas, hospitais e outros prédios públicos, além de linhas de crédito especiais para agricultores e microempreendedores adotarem essa tecnologia.

Tanilson também defende que o setor conte com parcerias público-privadas para instalação de usinas de energia solar e eólica, além de um Programa Estadual de Incentivo às Energias Limpas.

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São Paulo, 24 de Julho de 2025 – O Brasil se consolidou como um dos países com menores custos de geração de energia renovável no mundo, segundo dados fornecidos pelo relatório “Renewable Power Generation Costs in 2024”, publicado pela Irena (Agência Internacional para Energias Renováveis) no começo desta semana.

O documento aponta que 91% dos projetos renováveis instalados em todo o mundo em 2024 geraram eletricidade a um custo mais baixo do que a fonte fóssil mais barata.

No Brasil, a energia fotovoltaica alcançou um custo nivelado de eletricidade de US$ 0,036/kWh, abaixo da média global de US$ 0,049/kWh. Já a energia eólica onshore teve um custo médio de US$ 0,030/kWh frente à média mundial de US$ 0,034/kWh.

O relatório destaca que o Brasil mantém essa competitividade há mais de uma década, resultado de leilões bem estruturados, recursos naturais abundantes e uma matriz elétrica diversificada.

Os projetos brasileiros figuram entre os mais econômicos do mundo, ao lado de iniciativas na China, Índia, Emirados Árabes e Chile. O levantamento da IRENA também chama atenção para o fato de que, globalmente, as energias renováveis evitaram US$ 467 bilhões em custos com combustíveis fósseis apenas em 2024.

Projeções

pesquisa da IRENA projeta que as fontes renováveis continuarão ganhando competitividade nos próximos anos, impulsionadas por avanços tecnológicos e pelo amadurecimento das cadeias globais de fornecimento.

De acordo com o relatório, o custo médio global de instalação da energia solar fotovoltaica deve cair de US$ 691/kW em 2024 para cerca de US$ 388/kW até 2029. No caso da geração eólica onshore, a expectativa é de redução de US$ 1.041/kW para US$ 861/kW no mesmo período.

A IRENA ressalta, no entanto, que o custo de financiamento permanece como um dos principais fatores determinantes na viabilidade de novos projetos renováveis. Aspectos como previsibilidade de receitas, estrutura de capital e cenário macroeconômico são decisivos para atrair investimentos e garantir a competitividade das fontes limpas no longo prazo.

Fonte : Canal Solar

 

 

São Paulo (SP), 24 de julho de 2025- A diretora da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) Agnes Costa disse nesta quarta-feira (23) que a reguladora está discutindo “o quanto pode ou não avançar” em cortes obrigatórios (chamados de curtailment) para MMGD (Micro e Minigeração Distribuída), “juridicamente e tecnicamente”. A diretora relata a CP (Consulta Pública) 45/2019, que trata do tema.

“A gente está falando de muitos agentes que têm muitos direitos, e a gente vai ter que delimitar melhor esses direitos, e aí vai doer”, disse a diretora durante participação no seminário Lide Energia. Ela ressaltou que os agentes de GD são colocados como consumidores pela legislação, o que pode levar a questionamentos futuros caso passem a sofrer com curtailment. “Não é justo você sacrificar um pedaço só e deixar o outro”, completou.

Data Center
Outro ponto levantado pela diretora foi a necessidade de energia firme para consumidores como os data centers. “A gente sabe que são demandas de energia 24 horas por sete [dias da semana]. Isso significa que quem quer que esteja investindo tem que olhar para contratar a energia direito. Se for contratar só a eólica e solar, a gente vai só acentuar esse problema de corte [de geração]”, ponderou, apontando também o armazenamento como uma opção.